Cantinho da Fer

Moda, beleza, comportamento e novidades, mas muitas novidades

Archive for the month “Maio, 2010”

Nem tudo que gostamos fica bem em nós

Infelizmente essa é uma verdade fatal.

Quem nunca se apaixonou por uma peça linda na vitrine e quando vestiu viu que não tinha jeito, que não tinha sido feita para aquela peça ou ela para você.

Comigo isso também acontece e muito. Algumas coisas podemos ignorar e deixar passar, ou seja usar assim mesmo.

É o meu caso de amor e ódio por vestidos longos. Eu sei, eu sei tenho 1,55 e meio de altura mas se eu usar um vestido longo fica algo suportável.

Agora tem coisa que não dá mesmo. Eu estava vendo um site que não me lembro qual e vi essa imagem da Nathália Dil com esse vestido fofíssimo mas que foi uma escolha não muito acertada. Reparem A renda está super em alta, nisso ela acertou em cheio mas o forro está no tom da pele dela.

Foi um errinho que estragou o look todo dela. Que pena.

Bjs, Fer

A posição certa

“Quando se aprende a amar,
o mundo Passa a ser seu.”
– Renato Russo

Quer vencer os desafios?- confie em Deus
Quer ser bom no que faz?- Pratique!
Quer alcançar o objetivo?- Jamais desista!
Quer crescer?- tenha raízes.
Quer ver resultados? Persevere.
Quer ser feliz?- esqueça o passado
Quer falar bem?- Escute melhor.
Quer aprender?-Persista em ler.
Quer realização pessoal?- Sirva!
Quer fazer diferença?-Pague o preço.
Aqueles que nada fazem e esperam algum tipo de vitória estão enganados.
A vitória é dos que lutam, dos que agem, dos que “saem do porto”.
A vitória é dos que se arriscam para alcançar o alto da montanha. 

Look da Semana: Debora Block

Meninas essa calça da Débora está linda de mais!

Reparem no modelo: cós acinturado, solta nas pernas e levemente justa na sua boca. Isso sem falar na cor que ficou tudo de atual.

É isso aí Débora, super atual no look :)

Marc Jacob 2010

Bjs, Fer

Maria Santa é destaque no Iguatemi Serra Fashion,

Achei legal dividir isso com vocês e conheçam todos os acessórios presentes no desfile acessando www.mariasanta.com.br

A vida acontece todos os dias, o tempo todo, comigo e independente de mim

“Dez minutos é quanto demoro entre abrir os olhos e levantar da cama.

Quando era pequena, ficava com medo quando passava filme de terror na tevê. Os assassinos, monstros, extraterrestres e estripadores poderiam pular da televisão e invadir o meu quarto cor-de-rosa. Hoje vai passar um filme de terror. Depois de ver a chamada, ouvi barulhos estranhos na sala.

Pela primeira vez, entrou um morcego pela janela. Ele era robusto e tinha uma verruga na ponta do nariz.

 Se a luz acabar, vai ser o dia mais triste do ano. Virei a chave duas vezes, mas o prédio não tem porteiro. Então, abri o armário e peguei uma vela, que deixei ao meu lado, junto com uma caixa de fósforos. A vela é branca e está pela metade.

Confusão: passei perfume no cabelo, pensando que era creme. Coloquei vinho na pizza, certa de que era azeite. Quando quero escrever “adoro”, o celular entende “censo”. Quando quero escrever “amo”, primeiro ele entende “com”, depois “ano”, depois “bom” e só depois “amo”. Pior foi jogar o controle remoto no lixo e o chiclete mastigado, na cama. Às vezes acontece comigo.

Estou triste porque sim. Às vezes acontece comigo. Impressionante como o meu corpo é mais esperto do que eu. Dá sinais. Entrar na fila do pão francês e pedir um só é a hora mais triste do dia, porque, além da evidente solidão, significa que estou me privando de ter prazer. O pão estava quente e comi com requeijão light. Na padaria, tem um sonho pequeno, bem pequeno, chamado “cochilinho”. Tem cochilinho de doce de leite e de creme branco, mas não é sempre que peço. É quase nunca.

 Mais cedo, botei os lençóis para lavar, porque comprei amaciante. Uma vez assisti a uma peça que dizia que é bom ligar a máquina de lavar roupa porque, assim, alguma coisa está sendo feita por você. Sempre que está limpo, forro a cama com o lençol de listras. O problema é acordar de hora em hora para checar se estou reta.

Olho para o espelho:

 - Já passou mais de 24 horas sem falar nenhuma palavra?
- …

Dez minutos é o meu recorde sem pensar em você. Acabou a luz. A vela está na metade da metade. Isso que acontece todos os dias, o tempo todo, comigo e independente de mim, isso que os outros chamam de “vida” fica bem pior quando você não está.”

(Rosana Caiado)

Momento Admiração

Meninas, a Carolina Dieckmann arrasou com essa blusa totalmente brilhosa fazendo o estilo blusão. Agora achei de gosto duvidoso a carteira laranja com essa blusa.

E pela bainha da calça estar comprida de mais ficou feio e deixou a parte de baixo do visual meio desmaselado.

Mas a blusa é linda, eu quero!

E que make o dela, gente.

Bjs, Fer

Premiére com as mulheres mais fashion

A Sarah Jessica Parker não apenas interpreta a Carrie Bradshaw uma fashionista como ela mesma tem se mostrado uma.

Gosta de ousar e é amante de estilistas famosos como  o Valentino nesse esvoaçante amarelo neon que ela usou na premiére. Que por sinal fugiu totalmente daquela coisa sem graça que o excesso de preto traz ou nude e afins.

Foram escolhidos dois modelos: o amarelo para a preméire e para a festa que aconteceu em seguida, usou um preto rendado da última coleção de Elie Saab.

Eu prefiro o amarelo, mas vamos ver as outras.

Kristin Davis também usou dois modelos diferentes. Na Na premiére um longo, rosa neon de Jean Desses e depois circulou usando um Pierre Balmain

Cynthia Nixon e Kim Cattrall ficaram com um modelo só, mas arrasaram. Principalmente a Kin. Respectivamente: Carolina Herrera e Naeem Khan

Apreciem com moderação!

Bjs, Fer

Sonhar não custa nada e meu sonho é tão real (nem tanto)

Conhecem esse refrão de uma escola de samba: Sonhar não custa nada/ e meu sonho é tão real/ mergulhei nessa magia/ era tudo que eu queria/ para esse carnaval.

Então, no meu caso o sonho é bem irreal.

Acabei de ter um sonho que é o sonho de todas as mulheres. Sonhei que eu estava numa loja luxuosissima e Marc Jacob vinha em minha direção com um vestido e dizia: experimenta esse que vai ficar lindo. E antes mesmo que eu pudesse abrir para ver o modelo ele já dizia: tem esse aqui também.

Ai, meu Deus.

Eu numa loja de Marc sendo atendida por ele, só eu e ele na loja, e ele escolhendo os modelos para mim. E ainda colocou o perfume Daise na minha mão, eu sou louca para ter esse perfume.

Ai, que inferno acordar. :s

Aí eu ouço uma voz dizer assim: “Nanda to indo lá tá? Já volto”. Imagina quem era? Minha mãe me tirando do sonho mais maravilhoso da minha vida.

Deu para imaginar como está meu humor, né.

Agora deixa eu ir que tenho que malhar.

Bjs, Fer

Compro, logo existo

Templo de culto à mercadoria, o modelo do shopping center, como o conhecemos hoje, nasceu nos Estados Unidos na década de 1950. São espaços privados, objetivamente planejados para a supremacia da ação de comprar. O que se compra nesses centros, contudo, é muito mais do que mercadoria, serviços, alimentação e lazer. Compra-se distinção social, sensação de segurança e ilusão de felicidade e liberdade.

O shopping center é um centro de comércio que se completa com alimentação (normalmente do tipo fast food), serviços (bancos, cabeleireiros, correios, academias de ginástica, consultórios médicos, escolas) e lazer (jogos eletrônicos, cinema, Internet). Ali o consumidor de mercadorias se mistura com o consumidor de serviços e de diversão, sentindo-se protegido e moderno. Fugindo de aspectos negativos dos centros das cidades e da busca conjunta de soluções para eles, os
shopping centers vendem a imagem de serem locais com uma melhor “qualidade de vida” por possuírem ruas cobertas, iluminadas, limpas e seguras: praças, fontes, boulevares recriados; cinemas e atrações prontas e relativamente fáceis de serem adquiridas – ao menos para os que podem pagar. É como se o “mundo de fora”, a vida real, não lhes dissesse respeito…
O que essa catedral das mercadorias pretende é criar um espaço urbano ideal, concentrando várias opções de consumo e consagrando-se como “ponto de encontro” para uma população seleta de seres “semiformados”, incompletos, que aceitam fenômenos historicamente construídos como se fizessem parte do curso da natureza. O imaginário que se impõe é o da plenitude da vida pelo consumo. Nesses espaços, podemos ocupar-nos apenas dos nossos desejos – aguçados com as inúmeras possibilidades disponíveis de aquisição. Prevalece a idéia do “compro, logo existo”.

Concluímos que esse mundo de sonhos que é o shopping center acaba reforçando nas pessoas uma visão individualista da vida, onde os valores propagados são todos relacionados às necessidades e aos desejos individuais – “eu quero, eu posso, eu compro”. Assim, colabora para uma deterioração do ser social e o retardamento do projeto de emancipação de seres mais conscientes, autônomos, prontos para a sociabilidade coletiva – que exige a capacidade da troca desinteressada, da tolerância, da relação verdadeiramente humana entre o eu e o outro, entre iguais e entre diferentes. Compreendemos que um ser social emancipado identifica as necessidades individuais com as da coletividade, sem colocá-las em campos opostos.

O shopping center híbrido representa hoje o principal lugar da “sociedade de consumo”, contribuindo para a sacralização do modo de vida consumista e alienado, um modo de vida em que há uma evidente predominância de símbolos como status, poder, distinção, jovialidade, virilidade etc. sobre a utilidade das mercadorias. O que se pode concluir é que o sucesso da fórmula atual do shopping center híbrido como lugar privilegiado para a realização da lógica consumista traz consigo o fracasso da plenitude do ser social, distanciando-o de qualquer projeto de emancipação e de humanização do ser humano. Como diz o poeta Carlos Drummond de Andrade [1902–1987] no poema Eu, etiqueta: “Já não me convém o título de homem./ Meu nome novo é coisa./ Eu sou a coisa, coisamente.” 

 

(Adaptado de PADILHA, Valquíria. A sociologia vai ao shopping center. Ciência Hoje, mai. 2007, p. 30–35.)

 

Concerteza a autora pegou um pesado no texto afinal sou mulher e gosto de um shopping, mas a idéia mor que pude extrair é que mais importante que cuidar do “eu” consumidor consumista é cuidar do “eu” social. Compro, logo existo; não devemos comprar para nos sentirmos vivos nem viver para comprar, é preciso um equilibrio por isso o social é tão importante em nossas vidas.

P.S. Por favor, espero não ter ofendido a ninguém por usar esse texto.

Bjs, Fer

Post Navigation

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.